...ou como subir pelo buraco.
Amanhece novamente em Genova. O dia não se decide se vai fazer mais ou menos frio que o anterior. Café da manhã de sempre, porém durante a noite anterior, chegou uma família grande para os quartos restantes. Até onde conseguimos ver, 4 adultos e 3 crianças. Ainda bem que acordaram bem depois e pudemos tomar café da manhã em paz.
Por garantia, resolvemos ir até a estação de trem garantir as passagens de nossa próxima etapa. A senhora do guichê sabia um pouco de inglês, mas a comunicação foi um pouco difícil. Ela não entendia direito a data que eu queria e até pegou um calendário na parede para que eu apontasse a data correta. Por causa de nossa experiência anterior, queria até tentar pegar a 1a classe (diferença de 5 euros) mas na troca de informações truncadas, acabamos ficando novamente com a segunda classe. Pelo menos eram lugares lado a lado (de frente para o outro na janela da cabine com 6 pessoas, mas mesmo assim melhor que ser em cabines diferentes).
Subimos pela XX de Settembre (vamos passar muitas vezes por aqui) e tomamos um outro caminho ao chegar no chafariz da Piazza Ferrari. Novamente chegamos a Via Garibaldi e agora ela parecia ser melhor durante o dia. Não perdemos muito tempo por ali, pois minha intenção era outro lugar. Mais para frente, chegamos a uma praça (nem todas as praças por aqui são pedaços de terra cercados de ruas. Um entroncamento de ruas com um espaço mais largo entre elas acaba ganhando esse título) onde um prédio discreto abrigava o funiculário Zecca-Righi.
Funiculário. Procure no google caso não acredite.
Um elevador para subir pelo morro até um lugar mais alto. Genova tem vários. Lógico que existe acesso por ruas e até a pé, mas o elevador ajuda mais. Um passeio de 15 minutos por dentro da rocha nos levou até a estação de Righi. Um ponto onde se tinha uma ampla visão da cidade. Em Sacre Couer em Paris tinha um, mas nada comparado com esse aqui, em se tratando de extensão. Uma coisa que descobrimos depois era que lá no alto, não era exatamente o máximo que achavamos que poderiamos ter ido. Tinha umas extradas que subiam, mas não sabiamos o que tinha por lá e o ticket do funiculário estava expirando. Tirei várias fotos da cidade e nos pusemos a descer novamente. Hora mais uma vez de procurar almoço. Dessa vez seria mais cedo.
2 de novembro de 2011
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