Finalmente chegamos ao bairro de Montmatre (não sei se seria cahamdo de bairro, mas consideremos como tal). É um local boêmio, com monte de lojas vendendo um monte de coisas, monte de restaurantes servindo variados pratos e monte de casas de shows, seja mais privados ou mais suntuosos. Seguindo pela avenida principal, viramos algumas ruas adiante e seguimos ladeira acima para o que seria um dos outros principais pontos religiosos de Paris. A famosa catedral de Sacre Coeur (Sagrado Coração).
Diferente de sua prima Notre Dame, que tem linha mais retas, a Sacre Coeur tem mais redomas, mais curvas e fica no alto de um morro, fazendo com que tenhamos que subir uma ladeira para chegar aos pés de uma longa escadaria para chegar até o nível da catedral. Não e tão extensa quanto as escadarias da Igreja da Penha, no Rio, mas não fica muito atras. Degraus ingremes e estreitos fazem a subida mais cansativa.
E também diferente da prima Notre Dame, aqui não se pode tirar fotos. Ambas pediam contibuição para recuperação de suas instalações (assim como qualquer igreja no mundo todo) e aqui o ponto que mais chamava a atençaõ era o teto pintado do domo central com Jesus em posição de destaque e monte de santos e santas ao redor. Alguns turistas teimavam tirar fotos para a irritação dos funcionários (um deles parecia que ia arrancar a máquina de uma turista que dizia que não havia entendido as placas). Acho besteira, pois se as principais igrejase catedrais deixam, por que não esta?
Foiuma visita um pouco mais rápida que a de Notre Dame e a descida foi mais convidativa que a subida. O ponto alto do local é que como está no alto de um morro, tem-se uma grande visão privilegiada de Paris. A torre Eiffel não era visível, mas se podia ter uma bela noção de como é a cidade (assim como Praga, a maioria dos prédios costuma ter a mesma altura. Depois descobri que existe uma norma impedindo construções de prédios altos nas regiões centrais de Paris).
Voltando da catedral, pela mesma rua que subimos, passamos por uma loja que vendia dezenas de tipos de doces e biscoitos amanteigados. Como não almoçamos de fato e nossas lumbrigas estavam agitadas, resolvemos entrar e conprar vários tipos para experimentar e levar ao longo dos próximos dias, especialmente na viagem até Veneza. Eram boscoitos de nata, com laranja, limão, nozes, pingos de chocolate, chocolate, coco, e muitos outros. Caramelos tinham aos montes, mas resolvemos não pegar. Ia ser muito doce.
Na volta decidimos passar da estação que viemos (Pigalle) e seguir mais adiante até chegarmos na estação Blanche. O que tem lá de bom? Moulin Rouge! Aquela casa de espetáculos com vedetes e mulheres semi-nuas dançando pra lá e pra cá com alguma história de fundo. Lógico que como ainda era cedo, estava vazio na frente (pelo menos vazio de pessoas que iriam para o espetáculo, pois de turistas estava cheio). Pode-se dizer que é uma casa de espetáculos que vai mais pelo nome. Tem um moinho de vento na frente e cartazes, mas nada lembrando aquele luxo e pompa que tem no filme de mesmo nome.
Assim encerra-se mais um dia em Paris. Consideramos que esse foi o dia em que mais andamos. Meus pés estavam realmente doendo e sem contar as inúmeras escadas que subimos e descemos ao longo do dia. Passamos em um Carrefour na volta para o hotel (afinal, é francês) e compramos algumas coisas para o café da manhã seguinte.
Próxima parada: túmulos.
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