12 de novembro de 2011

Vatican Reloaded...10/11/11

...ou como ficar passeando de Metro.

Como no dia anterior o Vaticano estava muito cheio, resolvemos ir somente no dia seguinte. Por preguiça, levantamos mais tarde e para evitar uma possível enxurrada de pessoas na estação de Roma Termini, fomos até uma estação anterior, na praça de Vittorio Emanuele (ele de novo) que era perto de onde eu havia ficado em 2009. A estação de fato estava vazia e como previsto encheu na estação de Termini.

Como chegamos um pouco mais tarde, as ruas até o Vaticano estavam bem mais cheias. Ao chegar na praça de São Pedro, tinha até mais pessoas que em 2009. Por isso que até achei estranho na época que não estava tão cheio para um verão. A fila estava longa, mas como não tinha exatamente uma limitação de pessoas, até que andou rápido. Tivemos que passar por um detector de metais que particularmente considero meramente psicológico. As bolsas precisavam passar por uma esteira por dentro de uma máquina que não tinha visor e mesmo as pessoas passando pelo detector para pessoas e o alarme aptando, simplesmente deixavam passar. Simplesmente não entendo. Semelhante ao Louvre onde precisava passar as bolsas por um raio-x (esse tinha visor e pessoas olhando para estes) mas nada impedia de você estar com algo por dentro do casaco (que não era vistoriado de forma alguma).

Entrando na basílica, percebe-se o quanto é diferente de qualquer outra igreja na Itália. Ela é mais alta, tem mais estátuas (menos que o Duomo de Milão. Não tem como ter mais estátuas que o Duomo), mais pinturas, mais ouro, etc... Ainda fico com a mesma opinião que a Basílica de São Pedro é para ostentar. Muitas igrejas católicas ficam pedindo dinheiro para tudo e esta nunca tem problemas. Fazer o que?

Tirando muitos turistas e algumas áreas que estavam com acesso restrito que não estava antes, até que consegui visitar coisas a mais, como por exemplo a cripta onde outros papas foram enterrados (existiram mais de 200. meia dúzia enterrado por ali e muitos outros em outras igrejas) e não se podia tirar fotos... que tirei de qualquer jeito. Tinham turistas tirando e nenhum guarda falou nada, então...

Saindo do Vaticano, passando pela lojinha que tinha tudo caro e pela praça de São Pedro, voltamos todo o caminho para o metro (tinhamos comprado ticket válido para o dia todo) e fomos até mais uma praça grande de Roma. A Piazza del Popolo. É mais uma daquelas praças com um obelisco no meio, fontes nas laterais e monte de carros passando ao redor. Já até começamos a ter deja vu com essas praças.

De volta ao metro e agora partimos até a igreja de San Giovanni in Laterano (não sei o que significa). Essa igreja é peculiar porque tem uma imensa calçada que leva até a igreja que é consideravelmente grande nos padrões das Igrejas de Roma. Grandes corredores laterais com pinturas diversas e estátuas para cada um dos apóstolos no corredor central.

Saindo de lá, mais uma viagem ao metro para o hotel. Resolvemos pegar pedaços de pizza no mercado e comer no hotel mesmo. Acho que essa teria sido a última vez que comemos pizza na Itália.

De tarde, saímos para mais uma passada na Fontana de Trevi. Dessa vez, tinhamos que passar por algumas lojas de souvenir para garantir alguns itens para presente. Coisas de sempre de final de viagem. Gastamos até um pouco mais de tempo visitando a fonte. Era algo que não me canso de fazer, ficar observando a fonte e as centenas de turistas passando e jogando moedas (ok, ok, fui um desses) e tentando subir em áreas que não podiam e os guardas apitando continuamente. E para variar, mais uma passada de metro de volta ao hotel. De certa forma compensou o dia. Poderiamos visitar mais algun lugares, mas pelo menos tivemos nossa cota de passeios de metro.

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